Guilhermina Guinle está nas páginas da Contigo! desta semana

Guilhermina Guinle está nas páginas da Contigo! desta semana. À publicação, a atriz de 41 anos, que é mãe de uma menina, Minna, de três, falou sobre a beleza das ruguinhas.


— Sou incentivadora de a mulher ser bem cuidada, não precisamos ser acabadas. Podemos usar a tecnologia a nosso favor. Não sou contra plásticas, posso até fazer algum dia, mas acho lindo quando uma mulher envelhece como a minha avó.

Em outro momento, a atriz revelou o que faz para manter sua beleza.

— Faço laser, limpeza de pele... E, se tiver a disciplina da ginástica facial, melhor ainda. Quer ser uma mulher bem tratada de 40, 50 e 60 anos. Rugas são bonitas, são marcas de expressão, o que tento tratar é para não cair (risos).

Fonte: R7

26.07. Feliz aniversário, Guilhermina Guinle!

Ontem, dia 26 de julho, nossa querida Gui completou mais um ano de vida! Em sua homenagem, alguns fã-clubes se juntaram e produziram um vídeo, que foi enviado para ela. Participamos do vídeo nós do Guinle News, o Guilherminaafc, o Life Guinle e o Guilhermina.fcofc. Confiram o resultado do presente virtual que oferecemos a Gui, com muito carinho!


Guilhermina Guinle fala dos nove enteados no Encontro


Na segunda-feira (18), Guilhermina Guinle esteve no programa Encontro com Fátima Bernardes. A atriz contou a experiência que ganhou por ter tido, durante a vida, nove enteados e ter aprendido a lidar com crianças e jovens de todas as idades. Guilhermina contou ainda como foi interpretar Ilde, sua personagem em Êta Mundo Bom. Madrasta de uma criança que vive na cadeiras de rodas, a vilã maltratava o enteado de todas as formas.

 
Veja o vídeo com o trecho do programa: http://globoplay.globo.com/v/5171264/

Ilde se une a Braz em 'Êta Mundo Bom!'




A vida de Ilde (Guilhermina Guinle) virou de cabeça para baixo em 'Êta Mundo Bom!", novela das 18h da Globo. Após o fim de seu casamento com Araújo (Flávio Tolezani), a malvada foi abrigada na casa de Narcisa (Marilu Bueno), mas, em seguida, foi expulsa pela madrinha por também tentar seduzir Lauro (Marcelo Argenta). Sem outra opção, foi trabalhar no Taxi Dancing. Agora, a vilã buscará por um novo marido que possa sustentá-la, mas acabará é nos braços de Braz (Rômulo Neto). Para Guilhermina, fazer uma personagem como está é um exercício estimulante.

"Fico impressionada com o Walcyr Carrasco. Vários autores seguiram os segredos da trama, mas ele sempre consegue resolver os problemas que aparecem. A imaginação dele não acaba. Surgem novos conflitos e, desta forma, não é necessário esticar nada", observa Guilhermina.

Depois que se desquitar de Araújo, Ilde receberá uma proposta de Braz para se unir a ele. Os dois ficam mais íntimos um pouco antes de ele aplicar o golpe em Severo (Tarcísio Filho) e logo se envolvem. O rapaz terá terminado seu romance com Diana (Priscila Fantin), após concluir sua vingança contra o pai. Assim, a trama se encaminha para a reta final com novas situações para a personagem de Guilhermina.

Trajetos bem estudados

Por ser uma novela de época, cada gesto é estudado minuciosamente e há, ainda, o auxílio do figurino e do cenário que permitem aos atores "entrarem no clima".

"É uma novidade fazer uma novela de época. Está sendo bem diferente como atriz. A gente fica tentando acertar o tom e acha que vai ficar exagerado ou caricato, mas tudo cabe na cena. Fico estudando em casa que tipo de voz devo fazer para cada momento. É um exercício diário", relata Guilhermina.

Antes de 'Êta Mundo Bom!', a atriz estava no ar em 'Verdades Secretas', na qual interpretava Pia Lovatelli. O desejo de tirar férias e descansar foi adiado para após o término da trama das seis. Para Guilhermina, é sempre bom emendar um trabalho com outro, desde que seja do seu agrado.

"Emendei 'Verdades Secretas' com 'Êta Mundo Bom!'. Foi uma semana de um trabalho para o outro. É sempre legal quando é uma coisa que a gente gosta. Fui uma das últimas atrizes a ser encaixada. O interessante de fazer esses dois trabalhos é que são bem diferentes. Meus personagens são sempre mais dramáticos. Nem gosto muito de coisa leve. Prefiro personagens que tenham um conflito interno", revela ela.

Ainda falando de 'Verdades Secretas', que também é da autoria de Walcyr Carrasco, Guilhermina diz que teve a oportunidade de fazer cinema na televisão com esse projeto. Com 20 anos de carreira, a atriz conta que aprendeu a não depender apenas de convites para trabalhar e que teve a noção do quanto amava sua profissão ao atuar na minissérie 'JK', de Maria Adelaide Amaral e Alcides Nogueira, exibida pela Globo em 2006.

"Foi a partir de 'JK' que eu decidi que queria me dedicar à profissão. Dali para frente, fiquei mais atenta e comecei a correr atrás de trabalho. Antes eu deixava a vida me levar. Agora não espero ser convidada, vou atrás. Por exemplo, eu que pedi para fazer 'O Astro'. Era a primeira novela das 23h e queria muito estar nela", confessa.

Fonte: JC UOL



Em 'Êta Mundo Bom!', Ilde será dançarina do Dancing e vai morar em pensão

A vida de Ilde (Guilhermina Guinle) não está nada fácil na novela "Êta Mundo Bom!". No capítulo desta quarta-feira (15), ela será expulsa de casa por Araújo (Flávio Tolezani) e terá que se virar para sobreviver. Tudo começa quando Ilde flagra seu marido na cama com Sandra (Flávia Alessandra) e, de malas vazias nas mãos, pois para ela é apenas uma armação, ameaça ir embora. A farsante alega amor ao enteado e finge ser convencida pelo marido a ficar. Porém, Claudinho (Xande Valois) não acredita no que escuta e revela ao pai os maus-tratos da madrasta.

A vilã procura abrigo com sua madrinha Narcisa (Marilu Bueno), mas a moça acaba dando em cima de Lauro (Marcelo Argenta) e também é colocada para fora de casa. Sem opções, ela vai até a pensão de Camélia (Ana Lucia Torre) e se aproxima de Clarice (Marianna Armellini) para pedir ajuda para trabalhar no Taxi Dancing. No capítulo de sábado, dia 25, Paulina (Suely Franco) acaba aceitando a oferta de Ilde, que começa a procurar por um outro marido rico para sustentá-la.

Fonte: Purepeople

Xande Valois revela que Guilhermina Guinle sempre pede desculpa após cenas de novela

Claudinho (Xande Valois) finalmente revelará todas as maldades de Ilde (Guilhermina Guinle) em “Êta mundo bom!”. No capítulo desta terça-feira, o garoto conta para o pai que a madrasta sempre o maltratou: “Ela me chama de trambolho. De quatro olhos também. Ela me ameaça todo tempo”, dispara a criança, com os olhos marejados. Será a gota d’água para Araújo (Flávio Tolezani) expulsar a dondoca de casa, que fica desesperada. As cenas serão intensas. O ator-mirim acredita, porém, que a situação pode gerar uma redenção para a vilã.

— Acho que o Cláudio, por ser um bom menino, pode tocar o coração de pessoas más! Só que para elas mudarem, elas têm que querer e se permitir. Cláudio pode virar essa “chavinha” dentro do coração de Ilde, mas vai depender dela mesma para essa mudança acontecer! — exclama o garoto de 11 anos, revelando que recebia desculpa de Guilhermina Guinle após a gravação de determinadas sequências do folhetim: — Eu adoro a Gui. Além de ser uma ótima atriz e termos muita sintonia em cena, ela é um doce de pessoa. Quase sempre ela me pede desculpa, mas não é ela que maltrata o Claudinho, e sim a Ilde, que ela faz tão bem, e que desperta a raiva do público.

Animado com a repercussão do trabalho, ele frisa a importância social do personagem, lembrando que conheceu crianças cadeirantes para compor o papel:

— Nossa mensagem é mostrar que todos nós devemos ser tratados com carinho e as pessoas que têm algum tipo de deficiência precisam de cuidados, mas podem e devem fazer tudo igual as que não tem. Precisamos acabar com esse preconceito, esse é o papel do ator!

Fonte: EXTRA

Guilhermina Guinle e o amor materno: de geração em geração


Antes de morrer, aos 96 anos, Antoninha pôde olhar de perto a bisneta. A senhora e a bebê eram pontas extremas de uma mesma raiz familiar, amarradas brevemente ao acaso do tempo. Testemunhar os instantes entre a avó materna e a filha, um aceno à impreterível despedida, provocou uma repentina onda emocional em Guilhermina Guinle.

— Esses encontros me fizeram repensar a vida de forma muito interessante. Vi minha avó deitada na cama, com babador e fralda. Do lado dela, uma mesinha com Hipoglós. Eu me dei conta de que estamos num ciclo, vamos voltar para isso tudo — acentua a atriz, de 41 anos, num tom de serenidade.

Filha de Rosa May Sampaio, esta por sua vez nascida do ventre de Antonia, a atriz é mãe há quase três anos. Não apenas como fato biológico, é certo dizer que Minna é parte de Guilhermina. A Ilde de “Êta mundo bom!” — uma madrasta cruel, conectada ao arquétipo negativo que ronda o parentesco — escolheu um apelido de infância, uma abreviação do próprio nome, para batizar a herdeira. O “n” dobrado, ausente na original, foi ideia do pai da menina, o advogado Leonardo Antonelli, de 44. “Achei bonitinho”, aprova.

Antes de parir, aos 39 anos, outras tintas do amor pintaram seu retrato de mulher-mãe-leonina. Foram nove enteados até a chegada de Minna, no dia 6 de setembro de 2013, às vésperas da primavera. Os quatro primeiros vieram com Fábio Jr., na década de 90. Cercada por verbos e substantivos tipicamente maternais, coube a ela exercitar texturas e sabores de uma relação mãe e filho: Guilhermina trocou fraldas, deu mamadeira e banho, conversou e amparou todos eles. “Você faz tudo, mas o filho não é seu”, resume. Com o intérprete de “Alma gêmea” e “Caça e caçador”, desejou pela primeira vez estar grávida.

— Fiquei cinco anos com ele, então quis muito na época. Mas falo que Deus faz tudo direitinho (risos). Fábio tinha feito vasectomia, chegamos a conversar sobre reverter, eu queria, mas a vida foi indo — recorda a atriz, destacando não ter se decepcionado quando, anos mais tarde, o cantor engravidou Mari Alexandre: — Frustração zero. Foi uma coisa de momento, de estar brincando de casinha e achar aquilo tudo maravilhoso. Não aconteceu, ok, não aconteceu, mas dou graças a Deus!

Os laços com os enteados são atados e afrouxados ao gosto irresponsável das semanas, meses e anos, capazes de provocar novos arranjos. Há pouco tempo, dividiu uma ponte aérea com Fiuk — a quem chama de Filipe, seu nome de batismo —, e, assim, conseguiu colocar o papo em dia. Algumas horas apenas. Na infância, quando o artista sofria com asma, era ela quem ajudava a conter sua falta de ar. O hiato foi menos agudo com Cleo Pires, com quem costuma dividir selfies e carnavais.

— Gui foi uma pessoa muito importante na minha adolescência. Éramos grandes amigas, e ela era uma ótima “mãe”. Mantemos nossa relação até hoje. E, agora, meu amor se estendeu a Minna, que é uma princesa — elogia a filha de Gloria Pires e Fábio Jr.

Ao lado de José Wilker, morto em abril de 2014, os instintos maternais voltaram a aflorar. O tempo, contudo, exigia espera. Embora não pensasse em adoção por ansiar gerar o próprio filho, Guilhermina explica que esse processo, entre o querer e o aceitar, foi vivido sem desordem. Não foi complicado se aproximar de Mariana e Isabel, filhas do veterano. Com a primeira, mais velha, selou um pacto de cumplicidade que a fez deixar o apartamento da mãe, a atriz Renée de Vielmond, para morar com o casal.

— Fui tendo uma relação tão maravilhosa com Mariana que ela quis viver com a gente. Nos dávamos tão bem, tinha harmonia naquela casa. Quando Zé se foi, ela me agradeceu: “Que bom que você apareceu na minha vida. Graças a você, pude conviver com meu pai nos últimos anos dele”. Foi mesmo uma coisa incrível — sustenta.

Antes da chegada de Minna, Guilhermina se envolveu ainda com Murilo Benício e conheceu Antônio e Pietro, outros de seus ex-enteados. Num desses lances curiosos, o filho postiço virou sobrinho. Explica-se: o caçula é fruto da união do ator com Giovanna Antonelli, irmã de Leonardo, marido de Guilhermina, mãe da pequena Minna. A atriz, ponto preciso dessa costura familiar, descomplica o que parece improvável a outros olhos. É bem resolvida, da cabeça aos pés.

— Peguei Pietro no colo com 9 meses, e agora ele virou primo da minha filha. Ficou tudo em família. Claro que há momentos difíceis, mas todo mundo se dá superbem, por incrível que pareça — afirma ela, ressaltando o que julga ser uma de suas qualidades: — Sou uma pessoa agregadora na vida dos homens. Existem mulheres que entram e afastam amigos, filhos, ex-mulheres. Nunca tive problemas com antigas relações dos meus maridos. E as crianças que passaram por mim foram maravilhosas. Se você realmente não curte muito, tem algo mal resolvido, isso pode virar uma questão. Não foi meu caso.

Com Leonardo, conheceu o nono e derradeiro enteado e também a maternidade em seu querer bem mais avassalador. Sem enjoos ou desejos esdrúxulos, a atriz teve uma gravidez sossegada, pontuada por muitas viagens, incluindo uma feita a Nova York, com barriga saliente de 36 semanas. Agora, começa a conhecer o chamado “The terrible twos” (os terríveis dois anos), que ela pronuncia num inglês de quem estudou em escola americana, onde pretende matricular a filha. “A fase do se joga no chão, do grito, do ataque”, sintetiza, logo lembrando ser esta também a época das fantasias. “Tivemos sorte porque hoje ela não pediu para usar uma”, comenta sobre a menina apaixonada por “Frozen” e hipnotizada pela Galinha Pintadinha.

Minna é mesmo uma princesa de personalidade. “É um segredo nosso”, cochicha, um tanto desconfiada, no ouvido de Guilhermina. O mistério é justificado: ela não quer revelar os programas favoritos ao lado da mãe. Para a Canal Extra, as duas toparam um passeio por Ipanema, bairro onde moram na Zona Sul. A pequena está bem agasalhada, e o toque lúdico surge na coroa, que de vez em quando coloca na cabeça, e nas duas sereias que carrega. Destemida, atravessa o calçadão da orla com seus pequenos pés, enquanto o imenso mar ao lado espalha ressaca e consome a areia, a mesma que, em períodos de sol, abriga um parquinho no qual costuma brincar.

Diante da resistência para se descontrair nas fotos, a atriz logo improvisa uma estratégia: “Minna, faz como a mamãe: ‘Tcharannnn’”, abrindo a boca num sorriso farto. A filha copia. O riso, enfim, vem mais fácil. Quando, empolgada para descer de escorrega, solta um “Sai daqui”, é logo repreendida: “Se diz por favor”, ensina uma voz paciente e alerta. São expressões mínimas e inerentes ao ofício. Ao falar sobre a filha é inevitável para a atriz não pensar na mulher que a conduziu pela vida. Isso fica claro na carta endereçada a Minna, na qual a mãe surge como extensão natural de seu sentimento (veja abaixo):

— Minha mãe sempre foi uma pessoa muito esportista, gostava de levar a gente para a praia. Uma das coisas de eu que eu mais gostava era vir com ela para o Arpoador e furar onda. Aquela coisa de criança, sabe? A onda parecia enorme. É uma imagem bem forte. Não sabia que um dia moraria praticamente lá. Quando Minna começar a nadar e puder furar onda, quero repetir essa experiência.

 
 De família tradicional, a atriz teve uma trajetória sem dificuldades financeiras. Viajou muito, estudou no exterior, conheceu (quase) tudo o que quis. Por fora, o porte de moça rica pode sugerir um ar de desdém ou soberba. Não é o que aparenta, embora admita ter sido confrontada com opiniões do tipo.

— Não sou patricinha nem dondoca. As pessoas confundem com essa coisa da família, do dinheiro, mas o mais importante é a educação. Todos se assustam com gente educada, né? Infelizmente, o mundo está tão mal-educado... “Nossa, Guilhermina, você cumprimentou fulano”, “Você é tão legal, achava que era de outro jeito”. Eu ouço isso e acho estranho. Para mim, é o comportamento normal, cumprimentar, falar, dar oi — frisa, reforçando os ensinamentos que recebeu da mãe: — Ela teve quatro filhos (a atriz foi a segunda a nascer). Imagine, era zero regalias. Usei muitas roupas do meu irmão mais velho (risos). Durante um tempo, eu achava que não conseguiria ser uma educadora como minha mãe foi. Talvez por ter tido filho quase aos 40, ainda me sinto meio avó. Babo por tudo (risos).

A arquiteta Rosa May, de 65 anos, é direta ao descrever os desejos bordados para a filha e a neta:

— Ela abraçou a maternidade de forma muito natural, sem frescura, como fiz. Eu a criei solta, no campo, tomando banho no rio, sem cuidados demasiados. Quero que elas continuem assim, que sejam simples em todos os sentidos.

Depois da maternidade, o afeto incondicional: no Dia das Mães, essas três gerações de mulheres, trançadas num mesmo fio de existência, estarão juntas num encontro que, se depender da vontade de Guilhermina, irá se repetir futuro carinhoso adentro.

 Guilhermina escreve para a filha

“Minna,

Minha filha tão amada, tão querida, tão desejada e tão bem vinda nesta vida…. Que bom que você chegou! Que delicia que foi ter tido uma filha tão sonhada e esperada com tanto amor do seu pai e da sua mãe. Tenho certeza que vamos caminhar juntas por esta vida com muita alegria.

Quero tentar ser para você um pouco do que minha mãe foi para mim. Uma mãe tão presente, tão forte, tão correta, justa, com valores de vida maravilhosos, rigorosa aonde tinha que ser e carinhosa sempre.

Uma mãe que me ensinou a ser livre, independente, caminhar com minhas próprias pernas, correr atrás dos meus sonhos e da minha profissão… Uma mãe corajosa que me ensinou a ser também muito corajosa.

Uma mãe guerreira que me ensinou a arte de guerrear e ultrapassar grandes obstáculos que poderiam aparecer no meio do caminho. Uma mãe forte que me ensinou a continuar por esta estrada da vida. Uma mãe brava que nos ensinou e nos deu todos os limites necessários que precisamos ter.

Uma mãe amorosa que sempre quis estar perto dos filhos e luta por isso até hoje. Uma mãe que manteve nossa união familiar e nos ensinou a amar e respeitar os irmãos e suas diferenças. Uma mãe respeitosa que nos educa, nos cuida e nos ama sempre, mesmo que na distância.

Uma mãe que soube sempre pensar no que seria melhor para os filhos mesmo sentindo saudades quando cada um partia mundo a fora. Uma mãe que soube nos educar ao pé da letra da palavra ‘educação’, tendo filhos gentis e educados.

Uma mãe que nos educou com tudo que acreditou ser do bom e do melhor na música, na dança, na arte e na cultura. Uma mãe que os ensinou a gostar de esporte, de cuidar da saúde.

Uma mãe que nos ensinou a cultivar amigos de verdade. Uma mãe que nos ensinou a apreciar as coisas mais simples da natureza, como olhar uma lua no céu e um belo pôr do sol. Uma mãe que nos ensinou a simplicidade da vida.

E, além de tudo, uma mãe linda….. A mais linda de todas!

Quero, minha filha linda, tentar te ensinar tudo isso e mais… Tentar ser até melhor, se é que isso é possível.

O que mais quero nessa vida é te dar AMOR!

Muito amor para você crescer uma menina linda, educada, forte, inteligente e preparada para a vida! Quero poder estar presente em todos os momentos mais importantes da sua vida!Quero te dar o carinho e o aconchego de uma família amável junto com seu papai Leo e seu irmão Gabriel.

Quero ser, além de sua mãe, sua eterna amiga!

Te amo muito,

Mamãe Guilhermina”

Fonte: EXTRA